Como Membros principais desta organização temos:
1º- O Presidente da LPFP:
Doutor Herminio Loureiro
2º- Orgãos Sociais da liga:
Assembleia Geral, sua Mesa e seu Presidente:
Presidente: Valentim dos Santos de Loureiro
Vice-Presidente: Fernando César Batalha Lopes Pedrosa
1.º Secretário: Gabriel Augusto Martins
2.º Secretário: Manuel Simão Coelho Ribeiro
Direcção:
Presidente: Doutor Hermínio Loureiro
Membros:10 clubes representativos e 2 clubes suplentes
Comissão Executiva
Directora Executiva: Carmen Andreia da Silva Couto
Directores:
António Carlos Dias Ramos
João Orlando Vieira de Carvalho
Ricardo Castanheira
Comissão Disciplinar
Presidente: Ricardo Costa
Vogais:
Jacinto Remígio Meca
Jorge Santos
Armando Russo Valente
José Manuel Araújo
Conselho Fiscal
Presidente: João Albino Cordeiro Augusto
Vice-Presidente: Fernando Augusto de Sousa Ferreira Pinto
Vogais:
José Carlos de Carvalho Velez
Mauro Renato Dias Xavier
José Jesus Oliveira
Suplente:
Gustavo José Esteves Alves Madeira
Toda esta estrutura tinha os seguintes objectivos aquando da sua eleição a 10 de Agosto de 2006.
- Mais jogos de futebol
- Mais competição
- Mais receitas
- Mais patrocinadores
- Mais tecnologia
- Mais solidariedade na distribuição de receitas
- Mais inovação (nos regulamentos)
- Mais público nos estádios
- Mais juventude (nas bancadas e nos campos)
- Mais festa
Estes Pontos estão bem desenvolvidos pelos responsáveis pela administração da liga, deixando apenas no ar o facto de com os constantes problemas de insegurança, com a falta de introdução de novas tecnologias na pratica do futebol em Portugal, com a falta inequívoca de inovação nos regulamentos e com a falta de árbitros capazes com o chamado pulso de ferro que façam cumprir os regulamentos em campo deixar uma sensação geral de estranheza da população que paga 10/20/25 € para assistir a um jogo de futebol e que vê todos os anos patrocinadores a injectar dinheiro na liga profissional e que durante a época desportiva não vê novidades "práticas" sobre o que devia ser um investimento na melhoria do futebol em Portugal. Afinal o investimento praticado pela liga resume se á construção de estádios? Resume se em formações de árbitros que na práctica tem medo de em campo aplicar o regulamento por sofrerem pressões exteriores?
Perante esta situação apresento esta analise que finalizo com uma sugestão :
Ensinem aos arbitros e responsáveis que no desporto quem manda é quem tem pernas para correr e jeito para fazer brilhar a bola, isto deveria ser valorizado, o publico não quer um jogo de interesses mas sim um espectaculo de futebol...
Na esperança que toda esta muralha de texto sirva para mudar algo no universo desportivo português!!!
Cumprimentos
Jpina


como sempre em cima do acontecimento... está optimo e vamos esperar que os srs. dirigentes dos orgãos de soberania do desporto ,do futebol no caso possam tomar conhecimento das tuas palavras e repensar realmente a realidade do que se passa nos recintos ditos "desportivos " que de tal ás vezes nada têm. parabéns!!!
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